sábado, 28 de fevereiro de 2009
Coisas que só acontecem na sexta
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Quarta-de-quê?
Saí mais cedo prá trabalhar, naquela de terminar cedo e ir direto prá casa. Às 11hrs já estava pegando um ônibus até o local de atendimento pré-determinado desde o meio da semana passada (tô mais importante que "dotô di cu" pros velhinhos da 3ª idade, querem minha presença, marquem com minha secretária, ok?). Cheguei ao local e resolvi a coisa toda num pulo só, ou seja: já tô agarrado na "base", e só saio às 17hrs... ninguém merece, né?
Pior: se eu contar que o erro do computador estava em UMA LETRA na configuração TCP/IP e que uma MULA ao fazer o acesso remoto na máquina lá pelo Rio semana passada não viu, vocês acreditam?
Eu mereço... eu mereço...
Mas, só prá não perder a viagem, vocês já viram meu Tumblr? Não? Nem sabe o que é Tumblr? Ah, mas visita aí, vai!
Grato!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Camila, Camila - Nenhum de Nós
Foda! Só isso prá dizer...
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Selvagem e Polícia - Paralamas e Titãs
Muito foda! Amanhã, se eu lembrar, tem mais...
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Given to Fly - Pearl Jam
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Ala-la-ô!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Um sonho... ou um "americam dream"?
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Os bebês sabem...
Os bebês sabem...




Com certeza o email já deve ter rodado meio mundo, e todo mundo sabe que tem mais fotos... mesmo assim resolvi postar (falta do que fazer, lógico!), e não coloquei todas as fotos, apenas aquelas que eu achei que os bebês eram "amigos de infância" (sem trocadilho) do Obama...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Sexta-feira 13
Já foi tempo que esse carinha aí do lado espantava as noites da minha infância. É, podem zuar, eu tinha medo do Jason (mas não perdia um filme! =P).Mas hoje em dia meu maior medo é meu trabalho. Sério, não deem risada porque é dolorido ter que dizer isso.
Prá vocês terem uma idéia: ontem eu tinha 3 lugares diferentes prá atender. E em 3 direções diferentes, o que me garantia serviço até terça-feira, pelo menos. Eu cheguei hoje aqui e tinha mais 5 (CINCO, PORRA!) lugares diferentes prá atender. Tudo pepino!
Ou seja: tô na merda federal por pelo menos uns 5 dias já que pelo menos destes 5 novos lugares alguns são caminho para outros atendimentos. Aí dá prá abraçar o mundo com os pés.
Mas isso foi bom acontecer. Já tinha algumas resoluções tomadas dentro de minha cabeça, e agora meu "chefe" sabe das resoluções. Tô cagando pro fato de existir uma crise e um mundo de desempregados lá fora, e provavelmente uma penca de gente querendo entrar no meu lugar, mas a verdade é que:
- A partir de abril, quando entrar uma nova firma prestadora de serviço e o meu contrato mudar, se o meu salário não aumentar consideravelmente (duplicar, por exemplo) eu não continuo aqui. Se eu continuar ganhando o que eu ganho, eu não consigo juntar um tostão, então... "fudido por fudido, me fodo com a cabeça livre!"
- Se ele duplicar eu fico, mas dou linha no fim do ano. Só vou ficar mesmo prá juntar uns 5 mil e botar o pé na estrada. (sim, eu sou um porco capitalista, mas quem não é?)
- Isso prá mim virou um subemprego, mesmo com o salário melhorado. Dá muita dor-de-cabeça e o retorno é zero. Característico de subemprego, concordam? Mas eu trabalho em outro subemprego se precisar, mas em outro lugar, em outra cidade, aqui não. "Fudido por fudido..."
- Tô aceitando oferta de qualquer emprego. Sei lavar, passar, trocar lâmpada, varrer, tomar conta de criança, fazer miojo com requeijão, ovo frito e macarrão. Não dou o cu nem chupo, não adianta insistir.
- E depois de eu falar um monte de merda pro "chefe", minha cabeça tá mais leve... sim, sim, eu falei o que normalmente nenhum subordinado tem colhão de falar pro seu "chefe"! Claro que sem ataques pessoais, afinal de contas eu sou um gentleman, mas ele ouviu coisas assustadoras do meu serviço, e engoliu tudo em seco!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Inglorious Bastards
E o Tarantino na direção. Promessa de sangue... muito sangue!
Eu não costumo caçar informações sobre filmes que estão prá sair, ou que já foram lançados, eu quero ver mas ainda não tive tempo. Na verdade, minha relação com o cinema não chega até a net. Por exemplo: eu estive 99% alheio a toda divulgação de "The Dark Knight", que teve uma puta campanha na net.Mas eu procurei saber da estória do filme, por motivos óbvios (ossos do futuro ofício?). E eu percebi que, além de toda a expectativa com relação ao que o Tarantino pode criar e quanto sangue ele pode fazer espirrar a partir da idéia, do roteiro, tem também alguma coisa de verdade no filme, mesmo que essa verdade pareça completamente fantasiosa.
Eu falo da resistência dos povos ocupados durante a 2ª G.M.
Vocês acham, por acaso, que o Hitler foi chegando e metendo o pé na porta com facilidade? É verdade que a tática da blitzkrieg pegava os adversários de surpresa, mas quando a poeira baixava, os que sobravam vivos após os ataques (e a blitzkrieg não chegava a matar muita gente, ela assustava e o pessoal se rendia aos alemães) formavam a resistência.
E tirando a Áustria, todos os outros países invadidos preferiam ficar bem longe dos alemães.
É capaz de, em algum momento, ter existido um batalhão que lutasse nos mesmos moldes dos Bastardos Ingloriosos do filme do Tarantino? É capaz. Não há documentação que prove isso, e apesar de eu já ter lido algumas coisas a respeito da resistência específica na França (cenário do filme), muito se fala sobre o que o povo fazia prá resistir e se preservar frente aos alemães, tipo:
- Os franceses escondiam o melhor vinho atrás de paredes falsas nas caves, e pintavam ou colocavam na frente da parede falsa uma imagem de Nossa Senhora. Os alemães respeitavam a imagem, e não derrubavam a parede. Os franceses faziam isso porque, em um determinado momento da guerra (lá pelo início de 1943) os alemães estavam confiscando vinho para usar de combustível.
- Idem ao queijo, mas é claro que os alemães não usavam queijo nos veículos... e sim na alimentação das tropas (dãããhhh!).
- Usando os conceitos de Pavlov, os russos ensinavam os cães a passar por debaixo de caminhões, e soltavam os bichinhos em direção às tropas alemães com bombas agarradas ao corpo, e duas anteninhas viradas prá cima, que na verdade era o "positivo-negativo" da bomba. Quando os cães passavam debaixo dos caminhões dos nazistas, as anteninhas encostavam na parte metálica dos caminhões, fechava o circuito e "BUM!", ia tudo pro alto. Não é à toa que alemão matava cachorro a grito na URSS.
- Um grupo de cerca de 10 russos resistiu bravamente aos ataques alemães dentro de uma casa em Stalingrado por um mês, sem reabastecimento de comida ou munição, eles usaram o que tinham dentro da casa. Quando algum alemão resolvia entrar na marra dentro da casa, após um tempo seu corpo inerte era jogado de uma das janelas do 2º andar coberto de dentadas. Bombardearam a casa, mas uma parede ficou de pé, justamente a que estava escrito à sangue: "Só sairemos daqui mortos!". A parede está no museu da guerra na Rússia até hoje.
Isso é só o que eu lembro agora, sem pesquisar em lugar nenhum. Tirei as informações de cabeça dos livros "Vinho e Guerra", de Petie Kladstrup, e "Stalingrado, o cerco fatal", de Antony Beevor. Não lembro as páginas e não venham encher meu saco com isso!
Ou seja, Tarantino pode (e com certeza vai!) exagerar, mas é aquele exagero que poderia ter sido verdade, devido às circunstâncias da guerra. Então fiquem com as palavras do tenente Aldo Raine, ao recrutar seus soldados bastardos:
"Eu tenho um aviso a lhes fazer. Quando estiverem sob meu comando, vocês estarão em dívida. Uma dívida comigo. Todos os homens sob meu comando me devem cem escalpos de Nazis. E eu quero meus escalpos. E todos vocês vâo conseguir pra mim, cem escalpos de Nazis, retirados das cabeças de cem nazistas, ou vão morrer tentando!"
O resto é Tarantino!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Nora Lindelof
Nora Lindelof era uma bonita mulher, com cabelos pretos e olhos de amêndoa. Filha de um general norte-americano reformado e uma ex-dançarina panamenha, viveu grande parte da sua vida no Panamá, onde seu pai serviu ao exército na área do Canal (do Panamá, lógico!).
Quando Nora fez 18 anos, seu pai pediu dispensa dos serviços militares e se aposentou. A família mudou-se para os EUA, e foram morar em Joachinsville. Nora foi estudar jornalismo no outro ano, e desde que se formou, trabalha em Seattle como repórter. Quando os rumores sobre o Homem-Mosca começaram, o chefe mandou-a para a cidade:
- Lindelof, você morou nessa tal de Joachinsville, não é?
- Senhor, sim, senhor!
- Lindelof, já pedi para você não responder como se estivesse em um quartel...
- Sim senh... errr... desculpa, chefe... é a força do hábito.
- Tudo bem. Estou pensando em te mandar cobrir a história. Você conhece a cidade, seus pais ainda moram lá... tá a fim?
- Tudo bem, chefe! Vou prá lá hoje mesmo!
Bateu uma continência e saiu da sala, sob o olhar "ela não aprende" do chefe.
Esse era o maior problema de Nora. Ela era uma mulher muito bonita e atraente, mas tinha aquele jeitão meio "macho" de ser. Isso assustava os pretendentes! Culpa da rígida criação do pai, Nora não esquecia que estava bem longe do velho. Mas Nora guardava um estranho segredo, mas que nem ela sabia direito que era um segredo.
Simples: quando ela bebia, deixava aflorar seu lado feminino. O problema é que ela não entendia como no outro dia tinha sempre um homem bonitão ligando, mandando flores, bombons ou simplesmente fazendo declarações de amor na frente de sua casa. Nora apenas ignorava, pois não se lembrava de nada da noite anterior pós os goles.
Enquanto ela e o cameraman Otto Livio iam para Joschinsville em um dos veículos oficiais do Canal 6, Nora ia pensando na vida, e no pouco tempo que viveu na pacata cidade. Alguns pensamentos passavam pela sua cabeça enquanto Seattle ia ficando prá trás.
Assim como os fatos de Joachinsville no primeiro post sobre a série, os pensamentos de Nora Lindelof são FUNDAMENTAIS para a continuidade da história. Vamos a eles então:
"Tanto lugar bom para o meu pai morar e ele escolheu logo essa cidadezinha? Tudo bem, o local é calmo e até bem bonitinho, mas não tem as mesmas facilidades que nós encontramos em uma cidade grande. Diz ele que a casa foi presente do exército... sei não, essa história de "presente" está mal contada!"
"Será que o Paul ainda vive por lá? Aimeudeus, se eu estiver fazendo a reportagem e ele por acaso aparecer, vou perder o ar. Vai dar merda!"
"Se essa história de Homem-Mosca não der muito certo, vou fazer uma reportagem metendo o pau naquela termonuclear que existe lá! Vou procurar motivos para acusá-los de poluidores do meio-ambiente... ele vão ver só!"
"Será que naquelas padarias eles ainda fabricam os pastéis de Belém? Engorda, mas eu gosto demais daquele doce!"
"Será que esse negócio de Homem-Mosca tem alguma coisa a ver com aqueles experimentos que uns garotos, entre eles o Paul, fizeram certa vez em uma feira de ciências, e que meu pai foi até na diretoria do colegial pedir para os alunos não apresentarem o trabalho, sob alegação de que o exército fazia algo parecido e que aquilo não poderia ir a público?"
"Meu pai é um velho esquisito às vezes!"
(continua... tenham paciência...)
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
No olho do furacão
Algumas empresas já estão desenvolvendo meios alternativos de consumo, buscando a economia dos recursos naturais e a preservação do meio-ambiente. Um dos próximos produtos a entrar no mercado de forma massiva, e que promete diminuir consideravelmente a emissão de CO2 na atmosfera é o carro movido à energia elétrica.
Essa eletricidade ficaria armazenada em baterias de lítio, um metal que com certeza foi escolhido por engenheiros e cientistas pela capacidade de armazenamento da energia e sua leveza, influindo no desenvolvimento da velocidade dos carros.
E adivinha em qual país do mundo existe lítio em abundância (sendo hoje a maior reserva conhecida do mundo)?
Vou dar uma colher de chá: "letra A, B ou C" na foto abaixo?
Independente da resposta, tenho quase certeza que 99% das pessoas pensaram: "Fudeu, é carne de pescoço!"
Hugo Chávez, Fidel e Zacarias Evo Morales. E aí? Venezuela, Cuba ou Bolívia?
Entendam o seguinte: montadoras francesas, japonesas e norte-americanas já estão de olho no metal. E é claro (não sejamos bobos ou inocentes) na riqueza que a extração do lítio pode trazer a alguns bolsos já entupidos de bufunfa.
Acertou quem marcou a letra "C". A Bolívia é a maior jazida de lítio do planeta. O metal pode também ser encontrado no Chile e na Argentina, mas o lítio boliviano além de abundante é de uma qualidade superior aos dos hermanos chilenos e argentinos.
Concordam comigo que vai dar merda?
Se o Evo fizer o mesmo que fez com as refinarias, a coisa vai ficar preta pro lado dele, anotem aí! Nem todo mundo tem um discurso de um retirante nordestino que cresceu e virou um metalúrgico pobre prá passar a mão na cabeça dele toda hora que ele cisma em nacionalizar empresas multinacionais.
Técnica de refino a Bolívia não tem. Se esses bãm-bãm-bãns do primeiro mundo cismarem de implantar empresas de extração e refino do metal e fazer jorrar um pouco de dinheiro na Bolívia, eles farão. Se o Evo quiser dar um grito-de-guerra e nacionalizar tudo, fudeu!
Prá Bolívia, claro...
[fonte: Jornal do Brasil, edição impressa de 08/02/2009, caderno Vida, Saúde e Ciência, pág. A31]
Volta à ativa
Desde que eu me formei na faculdade que minha mãe tem perturbado meus dias para que eu estudasse (como se eu não tivesse passado 4 anos da minha vida fazendo isso). E eu sempre falava: "Mãe, tô de férias, só volto a estudar em fevereiro."
Deixa eu explicar o porquê dessa encheção de saco da minha amada mãezinha:
Ela sempre deixou bem claro que ela estava pagando meu curso superior para que eu pudesse passar em alguma prova em algum cargo público com nível superior. Por que? Porque cargo público tem a famosa estabilidade, a mãe do jeitinho brasileiro, conhecem? Então. Minha mãe foi funcionária pública a vida toda, e ela acha que é a melhor maneira de se viver.
Só que eu acho que ela esqueceu, em algum ponto da memória, que pro filho dela passar em provas públicas ele precisa ir bem em Matemática, pois em 99% das provas públicas cai Matemática. E o filho dela (no caso, eu, porque o outro é crânio nisso) tem verdadeiro PAVOR de Matemática! É sério, dá arrepios!
Os motivos não preciso explicar, até porque quem ler pode ficar traumatizado. Mas saibam apenas que eu não entrei em uma faculdade de História à toa. É porque no curso não existe a maldita Matemática. A explicação é por aí.
E eu quero ser professor. Sempre disse isso, e quem me conhece há um tempo sabe que eu não queria ser professor, nem pensava nisso quando comecei o curso, mas com o tempo eu apaixonei pela profissão. E eu serei professor, custe a porra da encheção de saco que custar, isso ninguém tira da minha cabeça!
E é óbvio que de um jeito ou de outro eu preciso voltar a estudar. Minhas férias acabaram! (rsrsrs). E é claro que meus estudos influirão aqui nos textos do blog. Pensem assim: eu estava de férias e escrevendo bobagens. Agora eu tô de volta aos estudos, vou levar as coisas mais a sério.
E se eu acher o saco de vocês, muda o canal. Ou fecha o bráuzer, como preferir.
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Antes de acabar, deixa eu agradecer ao Rubens pela indicação no meme. Valeu, cara, só que eu ando meio sem saco prá ficar indicando blog. Na verdade, eu ando meio sem saco prá ler, o que inviabiliza as indicações. E como você mesmo disse, já que não liga muito prá ganhar uma caricatura, eu quebro a corrente e te ajudo, ok?
É isso. Boa semana a todos. Mais tarde eu escrevo umas coisas que estão na minha mente...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Frejat falou:
Calma, galera... calma! Acho que muitos que leem essas malfadadas linhas gostam de Barão Vermelho. A banda é (na minha opinião), assim como Os Paralamas, uma instituição da música nacional. Ir a um show do Barão sempre foi um programa muito bom, e são pouquíssimas as bandas que realmente agradam gregos e troianos.
O Barão consegue, e bem!
Mas o que me chamou mais atenção na entrevista foi a declaração que ele deu comparando o Barão com os Rolling Stones:
"Eu acho que ao vivo fomos sempre mais eficientes musicalmente. Tem noites em que eles são muito bons e noites em que não são. Eles não tem essa preocupação de estar ensaiados. Já o Barão, quando subia ao palco de forma regular, já era acima da média."
Antes que alguém jogue as pedras, vou dar minha opinião: eu acho os Rolling Stones uma merda, só salvam umas 4 músicas eu não curto muito Rolling Stones, então prá mim o Barão sempre será maior que eles e acho o Jagger uma lombriga ambulante e tenho medo daquela caveira que toca guitarra. Podem jogar as pedras agora.
A justificativa do Frejat é simples: treino. Os Stones são displicentes, enquanto o Barão se prepara para subir ao palco sempre BEM na fita. Vide o último DVD dos caras, gravado no Circo Voador. Se você ainda não viu, corra prá ver!
Não sei também qual é a minha picuínha com os Stones, mas eu não consigo achar graça nas músicas deles... e não é questão de "gosto", porque eu até curto algumas músicas... mas não consigo ouvir um CD inteiro deles... já tentei, desistam de criticar.
Mesmo assim, o Frejat fala bem dos caras durante a entrevista... afinal, não dá prá ignorar uma banda que existe e faz sucesso desde a época dos Flintstones a década de 1960 a.C. (pára porra!) desde a década de 1960... ou 1970... sei lá, eu tava "no saco" ainda, nem sei...
E prá acabar e não jogar o post fora, o link prá entrevista (lógico!) e uma musiquinha do Barão. E só prá lembrar: eles podem ficar 3 anos parados, mas quando tiver show é só me avisar que tá tudo na paz, ok?
Quer saber? Rolling Stones é o caralho!
Mas essa vestimenta... o vídeo é de 1990, vamos dar um desconto! hahaha...
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
O dia em que eu não fui no show da Alanis
Mas aí no domingo eu acordei, pensei bem... e eu continuava indo no show, sem problemas. Mas aí eu vi a moça no Faustão e pensei: "Eu gosto dela, das músicas dela, mas eu não posso ir nesse show! Não agora."
São motivos esquisitos e conflitantes. E que não vem ao caso explaná-los aqui, mas eu liguei pro meu amigo e falei que se ele conseguisse vender o ingresso prá outra pessoa, eu não ia ficar triste. Acabou que a irmã dele na última hora resolveu ir, e eu fiquei com vontade de ir, mas aliviado por não ter ido. Esquisito, né?
Bom, a coisa boa é que você não precisa me odiar por isso! (hahahaha)
A coisa ruim é que do jeito que a coisa anda, só terei a oportunidade de ve-la novamente... sei lá quando... mas quem sabe um dia eu vou no show da moça?
Um dia, quem sabe?
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Joachinsville
Joachinsville tem uma população aproximada de 15 mil pessoas. E por ser uma cidade pacata, nada de novo ou de extraordinário acontecia ali. Mas no entardecer do dia 11 de novembro de 2008 uma coisa chamou atenção dos poucos moradores que passeavam na praça central e tomavam sorvete de pistache calmamente:
Eles presenciaram pela primeira vez o voo (sem acento, né?) do incrível HOMEM-MOSCA!
E desde aquele dia as coisas mudaram em Joachinsville. Várias pessoas já foram à cidade só para tentar ver o tal de Homem-Mosca, algumas redes de TV já fizeram reportagens na cidade, até o pessoal do FBI já tinha aparecido no local, mas apenas fizeram algumas perguntas e voltaram para seus escritórios. Mas apenas os moradores da cidade conseguiam ver o estranho ser.
Não que fosse uma alucinação coletiva apenas com os moradores, é que as pessoas que vinham de fora simplesmente tinham um azar danado! Quando ele passava voando, por uma incrível coincidência, todas as pessoas de fora da cidade que estavam à espreita na hora davam mole. E aí um morador via um borrão batendo asas, gritava e quando todo mundo olhava ele já tinha sumido do campo de visão.
Mas a história e os detalhes do Homem-Mosca eu contarei mais adiante. Neste momento o que vocês precisam é conhecer algumas peculiaridades da cidade de Joachinsville. Esta lista abaixo é um apanhado de informações relevantes e não-oficiais recolhidas junto ao FBI, e não estão disponíveis na Wikipédia... então nem adianta procurar, ok?
Vamos a elas então:
- Se alguém produzisse uma série usando como pano-de-fundo a cidade de Joachinsville, e se ela passasse no SBT, o nome da série seria Joachinsville, mas os personagens chamariam a mesma de Joaquinópolis.
- A população atual de Joachinsville é de exatos 15.211 habitantes. Como é uma cidade pequena e com apenas um cemitério e uma maternidade, fica fácil fazer esse controle.
- Nos relatórios policiais da cidade, o último crime passivo de prisão na cidade aconteceu no dia 05 de março de 2008, por um homem chamado Eric Levistre, que depois de pagar a fiança e sair da cadeia jamais foi visto na cidade, nem no dia de seu julgamento, mas ele foi julgado inocente pelo tribunal local, mesmo sem saber.
- Joachinsville tem uma grande indústria, na verdade é uma usina de geração de energia através da fissão do urânio, ou seja, uma usina termonuclear. Toda a economia da cidade (antes da aparição do Homem-Mosca) girava em torno da usina, o que dava muita visibilidade à mesma.
- Joachinsville foi fundada enquanto os EUA ainda nem eram oficialmente os EUA. Em 1775 alguns judeus-portugueses, fugindo da Santa Inquisição no Brasil, chegaram no que hoje é o território de Joachinsville em pleno clima da guerra separatista dos EUA. Como eles não tinham prá onde ir, e era melhor pegar em armas do que correr de beato pé-no-saco, ficaram por lá, fundaram a cidade e ajudaram os futuros estadunidenses a lutar pela independência.
- Joachinsville hoje conta com apenas 3 famílias de portugueses descendentes dos primeiros moradores, e todos tem o sobrenome "Carvalho", mesmo não sendo exatamente aparentados. E todas as três famílias são donas de todas as padarias em Joachinsville. Na verdade, as padarias de Joachinsville são controladas pela organização conhecida como "Máfia do Pastelzinho de Belém", e seus integrantes são (lógico!) os membros das famílias Carvalho.
- Joachinsville tem uma grande festa todo ano, que dura uma semana inteira, e é chamada de "O fado do puto que entrou no rabo da bicha prá levar uma pica no cu". Entendam como quiser, mas eu garanto que essa frase não tem 1% do erotismo que sua mente poluída imaginou. É uma festa regada à comidas e bebidas típicas portuguesas, e os moradores se reúnem no último dia da festa na praça central para cantar o tal do fado que dá nome à festa.
Por enquanto é isso. Depois eu continuo a contar a estória desta peculiar cidadezinha dos EUA, e as fantásticas estórias do incrível Homem-Mosca!
(continua...)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Manda quem pode...
Essa história é verídica, na época eu fui junto e presenciei tudo.
Eu trabalhava no Rio (2004) e no fim do expediente eu e mais dois colegas de trabalho fomos a uma daquelas "casas de tolerância" que infestam o centro da cidade. Chegamos lá, sentamos em uma mesa de mármore em um dos cantos do salão e começamos a beber.
ATENÇÃO: imagem meramente ilustrativa.
Eu não ia pegar mulher nenhuma, primeiro porque eu não tinha dinheiro prá isso, segundo porque naquela casa só tinha mulé ruim naquele dia... e porque eu também não tava a fim no dia. E porque também eu já fui a muito puteiro nessa minha vida, mas nunca paguei prá comer mulher. (prontofalei!) Eu queria beber e jogar conversa fora, só isso, e os caras queriam ir pro puteiro. Unimos o útil ao agradável.
Os caras também estavam meio sem grana naquele dia, mas queriam fazer um programa. Combinaram então de desenrolar com duas "primas" se podiam ir para o mesmo quarto pelo preço de uma. Claro que isso não deu certo, então o "plano B" dos caras era fazer o menáge-à-trois-do-capeta (dois com uma). Uma garota topou, então os caras passaram a discutir quem ia... bem... quem "ia" na garota primeiro.
Colega 1 - Cara, quem vai de primeira?
Colega 2 - Véio, rola nós dois juntos com ela logo, dane-se!
C1 - Tá louco? Vai que encosta?
C2 - Tá com medo, mané?
C1 - Porra... medo não, mas não vou ficar roçando em você!
C2 - Tá bom, então eu vou primeiro.
C1 - Por que você tem que ser o primeiro?
C2 - Porque sim, ué! Porque eu sou seu amigo e você tem que dar a vez aos amigos.
C1 - Eu dou a vez prá velho no bonde, e só!
C2 - Então você vai deixar eu ir primeiro porque eu tô pagando 70% do programa.
C1 - Mas sem meus 30% você vai prá casa bater punheta.
C2 - Então... então... porra... Vinícius (eu tava do outro lado da mesa, bem longe), olha práquela mulher dançando ali no queijo que eu vou resolver isso aqui.
Eu olhei pro lado... e cerca de 3 segundos depois eu ouvi um "ZIP!", um baque abafado na mesa de mármore, como quando você vai comprar carne e o açougueiro meio que deixa cair uma peça de
O que aconteceu realmente nesse meio tempo naquela mesa eu nunca fiquei sabendo ao certo, mas só sei que o outro colega entregou os 30% do valor do programa e deixou o cara ir lá transar sozinho com a garota, virou as costas e saiu do puteiro meio que fugindo, e branco igual um fantasma.
Rezava a lenda contada à boca pequena pelo pessoal do serviço em outras bebedeiras após o ocorrido que o cara colocou em cima da mesa um argumento irrefurtável. E não foi uma arma... de fogo, se é que vocês me entendem.
É o que eu sempre digo: manda quem pode, obedece quem tem juízo.
E eu agradeço até hoje por ter sido privado daquela visão do inferno... ou pelo menos, a visão da serpente do inferno...