terça-feira, 26 de maio de 2009

As 5 melhores cenas do cinema 1980's

A década de 1980 não foi nenhum primor técnico em matéria de cinema. Convenhamos que a década de 1990 trouxe muitas melhorias na computação gráfica, coisa que para um apaixonado por ficção científica como eu, foi um avanço considerável.

E vamos falar sério: saudosismos à parte, muito filme ruim foi produzido nessa época!

Talvez pela saudade da época em que a gente só tinha como obrigação estudar e não fazia outra coisa além dos estudos a não ser brincar, muita gente baba ovo prá década de 1980... eu prefiro minha década de nascença, 1970, mesmo tendo nascido no apagar das luzes da década (dezembro de 79). Enfim... cada louco com sua mania.

Mas eu vou listar, sem muitas delongas, as 5 melhores cenas dos filmes da década de 1980. Lista pessoal, com filmes que passaram mais de 238 vezes nas Sessões da Tarde da vida... se alguém tem alguma opinião diferente da minha, a caixa de comentários tá aí mesmo...

5 - O começo da festa no filme Foot Loose:

Era uma birra filhadapôta na cidade prá rapaziada arrumar um baile prá xavecar as pequenas, tudo por causa de um acidente de carro que vitimou alguns jovens depois de uma balada (era isso mesmo, né?). Junte-se a isso uma cidade puritana, pequena e assustada com o acidente, pronto! Ninguém podia funfá mais!... Mas o Kevin Bacon deu um jeito, e a festa aconteceu! E depois desse filme, ele podia até se aposentar... sério mesmo.



4 - Rocky Balboa VS Apollo Creed:

Sangue, suor e muita porrada! Stallone podia ter aposentado o Rocky no quarto filme (bater num russo 2 vezes maior que você foi a gota d'água na mentirada, véio!). O filme é de 1979, mas a década de 80 o consagrou como um clássico eterno! O mais legal de tudo é que tem uma hora que você não sabe mais prá quem torcer... ainda mais ao rever o filme após assistir o Rocky 3 e 4.



3 - A luta final do filme Karate Kid:

Daniel Larusso apanhou que nem cachorro vadio o filme todo. E no campeonato todo, zicado pela academia Cobra Kay... no final lutou contra o bad boy e tava entrando no cacete, até enfim resolver virar hômi e lembrar dos ensinamentos do mestre Splinter Yoda sr Miyagi.

Karate Kid marcou época, todo mundo queria aprender karate... eu, como sou do contra, fui aprender judô, e não me arrependo disso. Ralph Macchio aposentou (???) depois da série Karate Kid e o saudoso Pat Morita até fez uns filminhos engraçados, mas será prá sempre o eterno sr Miyagi...

Ps.: eu sempre fico tenso assistindo essa cena... sério mesmo!



2 - Salve the ET, save the world!

Claro que não é isso, e eu fiz uma brincadeira com o mote do primeiro ano da série Heroes (save the cheerleader, save the world). Nessa cena o simpático ET acorda após ser capturado e dado como morto e...... não comento, porque eu sempre fico com os olhos cheios d'água. John Williams e Steven Spielberg, obrigado por existirem!... é só o que eu tenho a dizer...

Ps.: a cena da Lua é mais bonita, mas essa é mais emocionante pela perseguição...



1 - Ferris Bueller põe até o próprio pai prá dançar:

Uma observação é necessária: foi difícil eleger a número 1, porque eu gosto demais do ET... mas essa cena ganha não só pela animação, mas também pela música. Twist and Shout é aquele tipo de som que te deixa prá cima de qualquer jeito... e o filme Curtindo a vida adoidado foi um marco, um ícone dos anos 80. A melhor cena de todos os tempos (na minha humilde opinião) é essa:

Com certeza você não vai ficar parado...



Já disse e repito: qualquer vontade de opinar, a caixa de comentários tá aí prá isso mesmo...

domingo, 24 de maio de 2009

Michael Scofield, o MacGyver do século XXI

Eu terminei durante essa semana de assistir a última temporada da série Prison Break, que inicialmente contava a estória de Michael Scofield e sua saga para tirar o irmão, Lincon Burrows, do corredor da morte.

A série enveredou por outros caminhos, e o objetivo que era "simples" (com aspas de propósito) acaba virando uma bola-de-neve, e além de ter que tirar o irmão da prisão, e a si próprio (pois Scofield vai preso com essa intenção), os dois com a ajuda da alguns amigos tem que destruir uma corporação conhecida apenas como "A Companhia", que nada mais era que uma espécie de poder paralelo dentro dos E.U.A., que eu alguns momentos até dita as ordens na presidência. Scofield vai usar de vários artifícios não só para sair da prisão, mas também para tentar derrubar a Companhia. E várias soluções para os diversos problemas beiram a gambiarra.

E aí nós não podemos deixar de citar e lembrar de outro personagem, esse sim já um velho de guerra no quesito gambiarra: MacGyver.

"Tudo que ele precisava era uma esferográfica e um clip." Era GENIAL!

E quem não lembra do MacGyver? O cara que fazia uma bomba com um chiclete, uma casca de banana e um clip de papel? E sempre acompanhado do canivete suíço. Brincadeiras e exageiros à parte, a verdade é que o cara sempre tinha uma solução genial para qualquer problema, e toda solução era cientificamente possível, nada muito mirabolante. A semelhança entre os dois personagens é clara. Do MacGyver eu não preciso ficar citando os feitos, quem nasceu na década de 1980 e não morou em Marte sabe do que eu tô falando, mas o Scofield teve idéias igualmente geniais:

- O cara tatuou a planta da prisão no tronco e nos braços, juntamente com várias dicas do que ele tinha que fazer prá sair dali levando o irmão. E ele não pensou em sair dali com as mãos abanando: algumas pessoas precisavam fugir junto com os dois, pois de alguma forma iam dar algum suporte para a fuga, tanto financeiro, quanto logístico.

- Algumas coisas que Scofield tinha que fazer para ter condição de fuga era usar alguns produtos químicos em algumas áreas da prisão (não vou entrar em detalhes, vejam a série), "abrindo o caminho" prá fuga.

- No segundo ano a coisa fica mais interessante, pois entra na estória o agente do FBI, Alex Mahone, igualmente inteligente e obcecado pelo objetivo (no caso do Mahone, caçar os "The Fox River 8"). Scofield, então, tem que se antecipar aos passos do Mahone, além de ter que correr do Kellerman, matador de aluguel da Companhia travestido também de agente do FBI.

- Na quarta temporada ele precisa roubar informações confidenciais que estão em alguns cartões magnéticos espalhados entre 6 pessoas, igualmente protegidas e cercadas de seguranças. O aparelho usado é uma espécie de celular que rouba informações eletrônicas dos aparelhos que estiverem perto, mas o problema é CHEGAR PERTO dos cartões. Scofield usa de algumas saídas que vão desde enganar uma empregada de um dos figurões, até furar um cofre dentro de um prédio federal apinhado de agentes... e no horário de trabalho da putada!

Se eu ficar citando aqui tudo que a mente do Scofield consegue fazer durante as quatro temporadas, vai virar um post quilométrico! Mas saibam que tudo que ele fazia, ainda tinha o agravante de freiar os impulsos do irmão porra-louca (o Burrows era o músculo da dupla, sem muito cérebro), fugir do FBI e em alguns momentos ter que fazer pacto até com o capeta!

Eu fiquei um pouco decepcionado com os últimos episódios da série, pois acabou virando um samba do crioulo doido. Mas no final, na média geral, eu dou nota 9 prá série. Saindo toda em DVD, é certa minha aquisição. E eu recomendo prá quem ainda não viu... é um bom passatempo prá esse hiatus do meio do ano, quando várias séries estão de férias.

Só não gostei muito da última cena... mas é surpresa, se eu contar, perde a graça...

Inté! Quando der, eu volto...

terça-feira, 19 de maio de 2009

Sumiço temporário... mas necessário...

Seguinte, leitores (poucos, mas fiéis):

Não estou com preguiça de escrever. Sei que isso é um alívio para alguns, mas o fato é que eu ando ocupado de verdade.

Ocupado escrevendo!

Fui convidado (mentira!... me ofereci, quase mijoguei e fui aceito... mas deixa isso quieto!) a fazer parte de um projeto muito legal, e totalmente dentro da área em que eu me formei, ou seja: vou fazer algo que eu gosto e vou usar a internet prá isso. Daí que eu tô ocupado escrevendo prá este projeto.

Pronto... é isso. Ao povo que assina meu FEED, fiquem tranquilos, volto a escrever o mais cedo possível. E quem não assina, toma vergonha na cara e assina logo a budega! O pessoal do Twitter já deve ter percebido que eu ando quieto. São os estudos. Mas eu volto a atazanar vocês assim que adiantar o serviço aqui, ok?

Abraços a todos(as), e é claro, quando a coisa estreiar eu perturbarei vocês para acessar...

sábado, 16 de maio de 2009

Fringe S01E20: algumas respostas, muitas novas perguntas.

E terminou a primeira temporada de "Fringe" a (já não tão) nova série de J.J.Abrams. Prá quem ficava criticando porque a série parecia com a saudosa "Arquivo X", pode ter se decepcionado no final da temporada, porque de x-files e do seu tema principal (ET's) a série não tem nada... tá, tem um pouquinho de x-files nos casos bizarros, mas não sai disso, e a coisa no fundo é bem mais complicada em "Fringe".

ATENÇÃO: SPOILERS! (eu avisei)

Isso não é montagem de photoshop, crianças... é um portal!


A estória vai tratar das dimensões paralelas, ou em um conceito mais complexo, os multiversos. Isso ficou bem claro neste último episódio. Mas, entre várias dúvidas que pairavam na primeira temporada, algumas foram esclarecidas... e outras apareceram com força. Quem eu conheço e que acompanha "Lost" já tinha reclamado isso comigo antes, o J.J. gosta de um mistério. Mas em "Fringe" isso não tá enjoando... pelo menos, até agora não...

Ficou claro que a função d'O Observador é apenas observar mesmo, e nunca interferir nos acontecimentos, fazendo juz ao apelido dado pelo pessoal do FBI. Agora, prá que (ou prá QUEM) ele observa? E quando ele diz pro Walter que "existe mais um de tudo" (a tradução porca de "There is more than one of everything"), na verdade ele está citando o objetivo inteiro da estória contada no primeiro ano, que foi justamente a descoberta dos universos paralelos por alguns dos personagens principais.

Penso eu que na nossa cabeça, como meros observadores, nós desenvolvemos a mesma linha de raciocínio de dois personagens principais, a agente (gata) do FBI, Olívia Dunham e do filho do Walter, o Peter. Por isso que tanto prá eles, como prá nós, as coisas não estão tão bem explicadas.

Mas tem uma cena, na frente de uma lápide (não vou botar imagem aqui, é spoiler demais até prá um cara maldoso como eu) que dá mais ou menos uma noção do que tanto Walter, quanto seu ex companheiro de laboratório, William Bell (nota do blogueiro: que será interpretado pelo grande Leonard Nimoy) fizeram no passado. Aliás, alguma coisa do Water a gente já pode imaginar pelo andar da carruagem no primeiro ano, mas creio que na segunda temporada as maiores dúvidas terão dois nomes: William Bell e o que ele fez após a reclusão do Walter no sanatório e o Manifesto ZFT.

A resposta sobre a misteriosa luz azul já existe e a série já pode ser revista com outros olhos, ou outras dúvidas...


E se existiu alguma cena neste último episódio que pudesse deixar dúvidas que os fãs ficarão remoendo até setembro (eu, inclusive), com certeza foi a última. Desde o elevador, até a sala do William, e após isso a panorâmica na cidade de Nova Iorque, algumas respostas apareceram, e como eu disse, outras muitas novas perguntas. A notícia no jornal mostrando que Obama está de mudança prá "Nova Casa Branca", Kennedy ainda vivo e os prédios do Word Trade Center de pé mostram que, se as realidades são diferentes entre os mundos, o que realmente acontece no outro mundo, na outra dimensão?

William Bell existe nas duas dimensões? E a Olívia? E o Walter? Será que O Observador que nós conhecemos é desta dimensão, ou da outra? O Manifesto ZFT foi escrito pelo Bell, mas com que propósito? Quem ele queria alertar com o Manifesto? Qual é o propósito de Bell na outra dimensão? Será que a Massive Dinamics (a empresa do Bell) faz o mesmo papel nas duas dimensões? E qual é a maldita "guerra" pela sobrevivência citada no Manifesto?

É, J.J..... se meus miolos fritarem, já sei prá quem eu mando a conta do manicômio...


Sério? Valeu acompanhar 20 episódios. O final arrepiou!

E prá não perder o costume: OLÍVIA, PEGAEL!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

60 anos do Piu-Piu


Ouvi dizer por aí que essa semana o Piu-Piu faz 60 anos... sei lá, só sei que a saga do Frajola prá conseguir comê-lo (no bom sentido, claro) é uma das coisas mais engraçadas que um desenhista, ou um grupo de desenhistas se dispôs um dia a fazer.

Vida longa ao canário cabeçudo! (ôpa!)

Deixa eu ficar por aqui que esse post tá muito sexual...

Ps.: recebi a imagem essa semana por email, não sei de quem é a autoria, de qual site foi retirada e nem faço a menor idéia de quem é o trabalho... se alguém por acaso souber, avisaê que eu dou os devidos créditos, ok?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Quando Murph fala mais alto

Todos conhecem Murph. Mesmo que nunca tenham ouvido falar do cara, saibam que ele é o culpado pelo seu atraso, pelo sumiço das suas coisas onde você "tinha certeza que tinha deixado ali" e por todas as coisas que dão errado na sua vida.

Mas principalmente, as coisas dão errado quando menos se espera.

Nem é muito bom ficar citando o nome em vão pois, assim como o "hômi" lá em cima, Murph também é onipresente, está em todos os lugares.

Murph em estado PURO! E você naquele busão, ATRASADO!(1)


Daí que como só tem coisas que ele explica, não custa nada perguntar porque algumas coisas acontecem, não é? Mesmo sabendo que ele não vai responder (lógico!).

- Com tanto lugar pro pernilongo voar dentro do meu quarto, por que ele vem logo passear do lado do meu ouvido... e na hora que eu tô quase caindo no sono?

- Com tantas horas do dia livre prá pensar, por que os pensamentos pessoais que eu julgo como os mais importantes só borbulham na minha mente na hora que eu deito prá dormir?

- Por que o ônibus que você pega adiantado (e acorda mais cedo prá isso), prá não ter que correr tanto, é justamente o que atrasa os exatos 2 minutinhos que você precisava prá pegar outro ônibus?

- Por que minha conexão tem o péssimo hábito de "cair" quando meus downloads estão em 97%, fudendo o arquivo todo?

- Por que eu não uso um acelerador/administrador de downloads? (RÁ, essa eu sei! Com certeza ele vai phoder meu micro. Não sei como, nem porque, mas VAI!... acreditem!)

- Por que a bateria do meu celular costuma acabar justamente quando eu mais preciso dela? E esse meu aparelho novo, cruz-credo, tá vencendo com sobras qualquer competição do tipo com os outros aparelhos que eu tive...

- Se você acorda de bem com a vida, sai de casa ouvindo uma música fodona, sentindo o vento da manhã, o sol iluminando tudo e deixando o dia mais bonito, por que sempre aparece um vizinho mala que te acompanha até o centro da cidade, tagarelando no seu ouvido?

- Por que eu acordo DUAS vezes à noite com pesadelos? E pesadelos DIFERENTES??? E por que nos dois pesadelos eu não consigo correr do monstro / inimigo / ET's / explosão da bomba / whatever? E por que nos meus sonhos os ET's são malvados?


Sentiram o drama? Tá, eu sei que é uma lista pessoal, até porque eu acho que o tio Murph tem algum problema comigo. Mas diz aí: alguma coisa citada na minha lista já aconteceu com você. E isso porque eu não tenho carro, porque aí citaria pneus furados, falta de gasolina ou guarda rodoviário parando o carro um dia depois de vencer o DUDA (por exemplo). Ou outras situações que no momento eu não lembro.

Mas no fim, é isso. Murph(2) falou mais alto, não tem jeito...


(1) Achei essa foto em muitos sites e blogs. Se for dar crédito, tô ferrado.
(2) Passei o post inteiro escrevendo "Murph", mas só agora vi que a grafia correta é "Murphy"... como eu comi o "y" em outros posts, e também na tag, fica sem o maldito "y" mesmo, dane-se!

Até prá terminar o post rola uma "murphyzada", né? (¬¬)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Star Trek honrando a série clássica!

Antes de falar do filme, eu preciso explicar que eu sempre fui fã da primeira tripulação da Enterprise. E só. Prá não dizer que nunca vi qualquer outro filme ou série da franquia, eu assisti os dois primeiros filmes da "Nova Geração", com o comandante Pickard. Mas o restante dos filmes e séries, nem passei perto.

Então, nada mais justo que voltar ao cinema para assistir à uma possível releitura da estória, nas mãos de J.J. Abrams, "o homem da ilha surtada". Só que, ao prestar atenção no filme, eu percebi que na verdade não é bem uma releitura, mas eu não vou falar mais prá não estragar a surpresa, ok?


Os atores estão mandando bem pacas, substituindo os imortais tripulantes da Enterprise. Vá lá, os caras pegaram uma carne-de-pescoço prá trabalhar, já que os primeiros atores que interpretaram McCoy, Spock, Scotty, Uhura, Chekov, Sulu e Kirk são famosos pelos papéis até hoje!

Outro ponto bem legal são os efeitos especiais/visuais. Era de se esperar que eles seriam fantásticos, mas os responsáveis foram além... J.J. introduziu no filme o que eu chamo de luzes subliminares, e só vai entender o que eu tô falando quem acompanha a série "Fringe", de autoria do mesmo J.J. Abrams. Sim, aquelas luzinhas estão lá, e deixam as imagens (principalmente nas cenas na Ponte) mais bonitas.

Eu simplesmente adorei o roteiro! Porque uma coisa é você pegar uma estória e colocar elementos diferentes em cima dela, e modificar até estragar (oi? Wolverine?). Outra é você pegar uma possibilidade dentro da mitologia da série, e em cima dela criar algo novo, mas com várias coisas que remetem imediatamente à série original, sem perder a autenticidade. Quem assistir o filme e prestar atenção na estória vai entender tudo, até o porquê do Kirk ser um sacana.

Spock malvadão? Teve seus motivos...


No mais, Leonard Nimoy passou o bastão pro pupilo Zachary Quinto com maestria! Não vou ficar aqui babando o ovo do Sylar, mas o ator vem mostrando que é bom (ele é que tá salvando "Heroes"!). A trilha sonora tá bem legal, e tem uns momentos que ela aproveita prá quase te matar de tensão! O filme também tem várias piadas e diálogos que remetem imediatamente à estória antiga, e em quase todas é impossível não deixar escapar um risinho no canto da boca. Mas isso só os fãs vão perceber mesmo. Quem nunca viu vai passar batido por alguns diálogos, mas isso não atrapalha o andamento do filme, e essas deixas com certeza foram mais um agrado para os fãs.

Bom, o que eu tenho prá dizer sem estragar o filme prá quem ainda não viu é isso.

Vale o ingresso... a pipoca... o refrigerante... quero ver de novo!


" - Minha ex-esposa arrancou tudo que eu tinha no divórcio! Por isso eu tô tão magro!" #ficadica

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Quem tem chance no Brasileirão 2009?

Neste fim de semana começa o Campeonato Brasileiro.

20 times lutando pela taça. E esse ano várias equipes repatriaram alguns reforços visando principalmente a competição nacional. O Corínthians contratou Ronaldo, meu Fluminense, o Fred, e a mulambada o Flamengo, o Adriano. Quer dizer... o caso do Adriano é o maior "171" do futebol mundial. "Depressão"... sei... com 500 mil por mês eu continuava depressivo na Europa. Mas enfim, cada um sabe onde enfia o nariz... ops... foi mal, não queria dizer isso...

Mas voltando ao campeonato. Enquanto essas equipes buscaram grandes nomes que estavam fora do país, nós temos outros times que, apesar de não terem feitos contratações de peso, pelo menos apresentam plantéis respeitáveis, e merecem até mais destaque que os clubes citados acima.

Neste início de ano nós podemos citar o Palmeiras, Cruzeiro, Grêmio, Santos... o Sport que montou uma equipe razoável para a Libertadores... até mesmo o Botafogo entra nessa lista (Brasileirão é regularidade, não tendo final, coloco-os no páreo). Mas até agora nenhum time assusta mais que o Internacional. Os caras estão jogando o fino da bola. O Inter já tinha um conjunto muito bom, e no ano do centenário vem fazendo bonito, conquistando por antecipação o Campeonato Gaúcho e goleando geral na Copa do Brasil. Resta saber se terá fôlego até o fim do ano. Mas prá mim, se eles derem 2 lavadas no próximo adversário da Copa do Brasil, já tá bom!

Bom... tá faltando falar de um time, né? É que eles nunca aparecem. Começam o campeonato lá embaixo, e enquanto tá todo mundo brigando com foice no escuro, do nada eles aparecem uns 15 pontos na frente do 2º colocado. Até hoje ninguém entendeu, mesmo isso acontecendo por 3 anos seguidos.

Anotem aí, esse ano pode ser igual... ou não. Só sei que domingo não tem colher-de-chá, ok? Façam a festa com os outros, aqui no Maraca não!

E tenho dito. E torçam, mas sem violência.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

X-Men Origins: Wolverine

Ok, já sei que muita gente viu, e não gostou. E eu?

Eu achei FODA! (pedras, pedras...) Pô, gente, na boa! Minha única reclamação sobre a trilogia X-Men é justamente a falta de ação que poderia ser comandada pelo próprio Wolverine. Até tem ação, mas falta aquela coisa meio animal do personagem. Mas a estória é do grupo, né? Então a gente releva.

Tudo bem, o pessoal pode reclamar com relação ao roteiro. Tá fraquíssimo! As coisas meio que acontecem do nada, sem muito desenvolvimento, sem muita falação. Esse filme perto dos atuais "Batman", "Watchmen", e até mesmo do "Homem de Ferro", fica parecendo aqueles filmes B dos anos 80 que passam na Sessão da Tarde. Retrocesso da Marvel, que tava mandando bem... até o "Hulk" ficou bom!

Os efeitos especiais também não são nenhuma maravilha da natureza, economizaram uma grana preta ali... hoje em dia dá prá fazer coisa melhor, com certeza!

Mas... na boa? Fui pro cinema prá me divertir! Queria ver ação, porradaria... e dar algumas risadas. Como eu disse, o Wolverine sempre foi aquele cara meio animal, que faz antes de pensar. Ou nem pensa depois... mas já fez! Hugh Jackman tá cada dia mais um Wolverine de carne e osso. Os outros personagens, eu achei que o Victor Creed tá bem legal, o ator pegou o jeito bicho-do-mato do Dentes-de-Sabre... sem contar que ele e o Wolverine, é um olhar prá cara do outro que o pau quebra!

E como a estória tá bem nas coxas, nem dá prá ficar falando de um ou outro personagem. Mas o Gambit merece uma citação. Dá prá perceber que o mutante é bem poderoso (só não sei porque ele não apareceu antes na trilogia!). De resto, você quer se divertir sem compromisso com estória cabeça prá ficar pescando nas cenas? Pode ir numa boa que o filme tem lá seus minutos divertidos. E se eu falar mais, acabo contando muito do filme.

"Esse bar tem seguro?"


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Oasis no Brasil... mas antes, aos hermanos!

Essa semana a banda Oasis (aquela dos irmãos metidos à besta) desembarca no Brasil para uma série de shows. Mas antes eles fizeram uma apresentação em Buenos Aires, ontem (03/05/09), no estádio do River Plate. E quem tem Twitter e segue pessoas antenadas, nunca morre na praia, né?

Graças à Talita, que mui valorosamente passou prá galera o link da rádio Metro 95,1 de Buenos Aires, quem gosta da banda e estava ligada no Twitter dela pôde acompanhar o show en vivo (não sei quem passou o link prá ela. Eu recebi uma twittada dela, então o crédito do link é dela). Os grilos estavam tocando também, mas quem é fã se preocupa com isso?

Mas é deste show, e principalmente, da setlist, que eu quero falar. Eu sou fã, conheço certamente 95% das músicas da banda (ando meio afastado do som deles, confesso), mas mesmo assim eu não senti muita firmeza na setlist.

Tudo bem que a banda está com trabalho novo, e com certeza faz a turnê prá divulgar esse trabalho, mas faltou um pouquinho de carinho (isso vindo dos irmãos Gallagher? Difícil, né?) com os fãs. Sério! Teve uma hora que o povo URROU pedindo "Live Forever", e os caras não tocaram! Pombas! Joga fora a setlist e toca o que a massa quer ouvir (e PAGOU prá isso!)!

É por isso que eu pago pau prá Paralamas, Titãs, Skank, Barão Vermelho. Eles tocam o que o povo quer ouvir. Tocam as músicas novas? Sim, mas o Samuel Rosa sabe, por exemplo, que um show do Skank nunca está completo sem "Três Lados" no setlist. Idem ao Frejat com "O poeta está vivo", e por aí vai.

E "Live Forever" é TUDO! (e se não fosse tudo, o povo pediu em coro, já basta!)

Se o Brasil fosse destino constante das bandas do hemisfério norte, era até aceitável. Os caras estão aqui de dois em dois anos (por exemplo) e fazendo uma série de shows. Nêgo ia até enjoar (Bah, Rolling Stones de novo no Faustão? Que saco!). Mas não é o caso. Essas bandas fodaças demoram prá vir, e quando vem o preço é uma facada doída bem no meio dos bagos. Então custa tocar os hinos, fazer o povo chorar três baldes e ir prá casa feliz?

O U2 quando veio no Brasil tocou as músicas novas, mas fez umas boas duas horas e meia de show, e tocou váááárias das antigas. Duvido que alguém saiu do Morumbi ou desligou a TV naquela segunda-feira de janeiro em 2006 decepcionado.
Então... daí que quando eu falo que o U2 é foda, tem gente que fica puto(a) comigo...

Dia 07 (quinta-feira) o pobre aqui com certeza estará grudado filando a TV a cabo dos primos, que hoje também são vizinhos, prá ver o show do Rio(*), que será transmitido por um dos canais (não vou fazer jabá aqui, desistam) ao vivo. Não vou fazer mimimi se não tocarem "Live Forever", até porque eu não pagarei pelo show.

Mas fala aí, com toda sinceridade do mundo: R$ 180 prá chegar lá, ouvir a massa pedir uma música que você AMA e a banda não tocar? Tománocu, viu? Mas como eu sou bonzinho, adivinha a música do vídeo abaixo...


E vocês sabiam que eu já fiz um post com as 5 músicas do Oasis prá começar bem o dia? Vale a visita, visse?

(*) pergunta que não quer calar: por que na Argentina, em Buenos Aires, o show é no estádio do River Plate, capacidade prá pelo menos 80 mil pessoas, e no Rio de Janeiro o show é em um porão que mais parece uma caixa-de-sapatos? Fica a dúvida...

E eu nem falei do show em si, né? Tocaram "Morning Glory", "Lyla", Don't look back in anger", o Liam quase saiu correndo cantando "Wonderwall" (ódio dele nessa hora!), "Songbird"... entre outras que falham em minha memória. E o Noel, mais uma vez, como sempre foi, destruiu na guitarra. Cheers!

Ah! E "Live Forever" eu dedico prá minha mãe, tá??? Já fica como homenagem prá domingo. Beijo, mãe!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Senna, 15 anos depois...

Dane-se se quem me conhece há mais tempo já tá de saco cheio de ler o que eu escrevo sobre o Senna. Em todos os antigos blogs que eu tive eu sempre falava do cara. Mas por que, né?

Senna, prá mim, foi um exemplo não só de atleta (e aí existem divergências sobre a Fórmula 1 ser considerada um esporte), mas também de pessoa apaixonada e obstinada pelo que fazia. E ele não era perfeito. Não... de jeito nenhum. Senna era um cara que sabia o que queria, e batalhava por isso. Passava por cima de qualquer um pelo seu objetivo. Seu erro era esse? Quem sou eu prá julgar, mas pelo que eu sei ele era amigo de verdade daqueles que ele considerava amigos. Ele não dava mole para seus pares na pista. E sempre era criticado por isso, às vezes até pelos amigos.

Eu sempre cito a biografia "Ayrton, o herói revelado", de Ernesto Rodrigues. Ali naquele livro está um grande trabalho biográfico, sem dúvida. Centenas de entrevistas, centenas de opiniões e centenas de verdades sobre Senna. Eu recomendo o livro prá qualquer um que:

1 - goste de Fórmula 1;
2 - foi fã do Senna, ou pelo menos torceu alguma vez por ele;
3 - goste de ler algo interessante (a leitura é boa, eu garanto!).

Senna não passou a ser admirado após sua morte, considerada por muitos heróica (eu achei estúpida), já que aconteceu em uma pista, casa de qualquer piloto. Senna é admirado e lembrado sempre pelos seus feitos. Tornou-se o maior esportista brasileiro em uma época de escassez de ídolos no esporte nacional, e além de preencher essa lacuna, realmente fez valer a torcida.

E como o próprio Ernesto Rodrigues escreveu, ele sabia afagar o torcedor brasileiro. Ele sempre agradecia a torcida, pegava a bandeira do Brasil após as vitórias. Nos dava orgulho. Mas se você é um ser sem coração, com certeza não entende do que eu tô falando. Deixa prá lá (vai ser fã do Piquet... nada contra o Piquet, tá? Só que ele era o oposto do Senna no quesito marketing pessoal).

Todo mundo que viveu aquele 1º de maio de 1994 se lembra onde tava quando recebeu a notícia. Pois todo mundo recebeu a notícia de alguma forma. A mesma coisa vai acontecer quando o Pelé falecer (já bati na madeira3 vezes). Foi esquisito... eu tinha 14 anos na época, e acompanhava religiosamente cada corrida. Era fã. Torcia, ficava puto quando o carro quebrava, vibrava quando tocava o Tema da Vitória. E assim como muitos, fiquei meio anestesiado com a notícia de seu falecimento.

Mas ficar lembrando o dia é triste e chato. Lembrar das homenagens póstumas também. Mas eu queria deixar um vídeo que eu achei no Tio Legal (vulgo Youtube) que mostra o gênio e sua genialidade. Naquele mafuá vertiginosamente apertado de Monaco, uma volta mágica...

Dá vertigem, sério! Se eu estivesse ao lado, tinha me borrado umas 3 vezes... cuidado se você tem coração fraco, a coisa é bem espantosa!


E esse vídeo aqui é simplesmente HUMILHANTE! Quem curte corrida vai entender o porquê, mas quem não curte, eu vou dar uma ajudinha. Na tela cheia, Senna. Na tela pequena, Michael Schumacher. O ano do vídeo do Senna: 1989. Do alemão: 1999. São SÓ 10 anos de evolução tecnológica pró-Schumacher. E o tempo da volta é quase o mesmo.

A humilhação pro alemão? Um pequeno detalhe que eu não vou contar qual é, mas dá prá perceber claramente...


Ah... hoje também é o dia do trabalho, né?