quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Os 5 melhores filmes da (minha) década.

Eu sei que a década não acaba agora. Mas e daí? Tá todo mundo fazendo lista de filmes, músicas, tumultos, brigas no Twitter, shows... resolvi fazer uma lista dos 5 melhores filmes que eu vi desde 2000 (por isso a "década", manjaram?).

E por que 5? Porque apesar de eu gostar muito de cinema, não ando muito ligado na "7ª arte", ou seja: minha lista com 10 itens pode naufragar. Mas eu vou fazer uma menção no fim do texto a mais 5, se eu achar conveniente. E, é claro, faltam filmaços que eu ainda não vi, mas pela opinião alheia deveriam brigar prá entrar na lista. Mas como eu ainda não vi...

Vamos aos eleitos:

5 - Star Trek:

Torci MUITO o nariz quando ouvi dizer que J.J. Abrams tava se metendo à besta de colocar a mão nas estórias da tripulação da nave que eu considerava minha "casa dos sonhos no espaço" (sim, amigos, eu nunca perdoei o cap. Kirk por destruir a velha Enterprise, mesmo que com isso ele tenha matado vários klingons).

Mas eu quebrei a minha cara. E bonito! Tombaço daqueles que você racha o queixo e rala a cara toda! E já falei do filme
neste texto, logo após sair do cinema... se quiser é só dar uma lida.

Abrams reescreveu a estória de uma forma muito boa, inventando uma bela "desculpa" dentro da mitologia da série. Além disso, colocou ação na medida certa. O resultado é um filmaço com uma estória atrente e que permite ao próprio Abrams (ou quem quiser escrever um roteiro após esse filme) contar uma nova estória... mas com os mesmos personagens!

Destaque prá todos os atores que incorporaram os papéis dos antigos tripulantes. Vocês honraram e respeitaram cada um dos antigos atores, acreditem! E, claro, não dá prá deixar de citar a maravilhosa participação de Leonard Nimoy: cada cena com ele, além de uma volta ao meu passado pirralho, é uma homenagem digna à série antiga.

4 - Wall-E:

Não sou fã de desenhos animados. Tá, sou, mas não ligo prá longas animados. Quando tenho tempo até vejo, dou risada e tals, mas se tiver perto uma comédia ou um filme de ação com atores reais e tiver que escolher, fico com a 2ª opção.

Outro que eu quebrei a cara. Acompanhei mais ou menos o burburinho na época do lançamento, e um dia tava à toa em Volta Redonda (aqui em Barra do Piraí não tem cinema) e resolvi literalmente pagar prá ver. E posso dizer com toda certeza do mundo que essa foi a estória de amor mais legal que eu já vi na vida.

A Pixar, mais uma vez, destruiu os concorrentes! Não lembro de quem eu li na época uma crítica ao filme dizendo mais ou menos o seguinte: "Fazer você gostar de um gato de botas que age como um conquistador barato e é dublado pelo Antonio Banderas é fácil, mas fazer você se preocupar com uma BARATA, só a Pixar!"



A perfeição dos detalhes, o carisma do protagonista, o amor que ele tem pela EVE, o jeito como ele cuida da sua barata de estimação e das suas bugingangas que cata no lixo, a trilha sonora simplesmente LINDA fazem de Wall-E um filme que eu vou ver o resto da vida e me emocionar.

Sim, eu às vezes me emociono. Porra, eu tenho coração, né?

3 - Ali:

Certa vez um rapaz negro disputou as Olimpíadas pelo seu país lutando boxe. Ele era tão bom que foi campeão olímpico. Ao voltar prá casa, com a medalha no pescoço, foi entrar em uma cafeteria para comer alguma coisa. Não foi servido porque era negro.

Assim os EUA receberam Cassius Clay após as Olimpíadas de 1960.

Prá quem cresceu vendo filmes do Rock Balboa, ver um filme de boxe contando a história de um dos maiores esportistas do século é uma dádiva! Esse eu não vi no cinema, mas corrigi o erro fatal comprando o DVD.

Na minha humilde opinião, é o melhor filme do Will Smith. E é o melhor filme de boxe que você vai ver na sua vida! As lutas foram muito bem recriadas, dentro dos 10 anos de vida do boxeador que foram contados, e o filme tem uma "pegada" histórica marcante, pois em um certo sentido o boxeador Cassius Clay (ou Mohammad Ali) foi um ícone do movimento pela igualdade racial nos EUA nas décadas de 1960/70. Prá vocês terem uma idéia, ele era amigo do Malcom X...

O filme também tem uma trilha sonora impecável, além de contar no elenco com Jamie Foxx. Já dá prá parar a crítica por aqui, não é?

2 - Batman - The Dark Knight:

O melhor filme de heróis das HQs que eu já vi na vida! Um Coringa espetacular e assustador, um Batman usando o medo como força, uma direção firme prá um filme longo que não perde o pique e não é cansativo.

Acertaram a mão. Aliás, desde o Begins (que eu só vi esse ano, não perguntem por que o atraso!). E podiam levar essa mentalidade para os outros heróis da DC, já que o pessoal da MARVEL costuma fazer umas coisas mais sensatas.

Já teceram elogios infinitos ao filme e eu fico sem ter muito o que falar sem copiar alguém. Apenas leia o meu apelo, caso você ainda não tenha visto o filme: VEJA-O! Mesmo que você não curta HQs, VEJA-O! E depois pode voltar aqui e me cobrar. Ou fazer o que eu tenho certeza que você vai fazer: me agradecer pela dica.

1 - O Senhor dos Anéis:

"O" filme com 10 horas de duração, dividido em 3 partes e exibido em intervalos (intermináveis para quem esperava) de um ano. A maior estória contada por Tolkien levada aos cinemas com um respeito religioso por parte da produção. Mesmo assim tivemos algumas faltas graves, algumas ausências de personagens e falas da estória original.

Mas se nada é perfeito, Peter Jackson pelo menos conseguiu chegar bem perto da perfeição.


Foi um trabalho árduo da equipe de produção, mas valeu a pena. Detalhes mínimos nas roupas e nos locais deram vida à Terra-Média na Nova Zelândia, local onde o filme foi rodado (Allan Lee, um dos melhores desenhistas das obras de Tolkien ajudou dando consultoria e palpites). Peter Jackson comprou a briga com a Warner que queria, pasmem!, fazer apenas UM filme dos três livros. A WETA Digital criou um novo programa prá colocar dezenas de milhares de "figurantes digitais" prá lutar. E eu conheci o trabalho de 3 atores que antes desses filmes eu nunca tinha sequer ouvido falar, mas que mandaram bem: Viggo Mortensen, John Noble e Bernard Hill (além da lindinha Miranda Otto, é bom não esquecer! rsrs).

A Academia de Cinema de Hollywood teve que dar o braço a torcer e premiar os 3 filmes com o total de 17 Oscars! (#CHUPA, Titanic!)


A cena dos presentes em Lothlorien. Infelizmente, só presente na versão extendida...


E ainda tem mais, pois quem já viu as versões extendidas sabe exatamente do que eu tô falando! A boa notícia do fim desse ano é que as versões extendidas devem chegar ao Brasil em breve, já que o trabalho de dublagem já tá pronto! Não que eu vá assistir dublado, mas a Warner não tava interessada nem em lançar aqui no Brasil os filmes legendados. E eu posso contar um segredo? É outro filme! É maior, é mais bonito, desenvolve vários personagens que ficaram à mercê dos cortes da edição e, é claro, é aquela quase-perfeição que eu citei no início do texto sobre o filme.

Esse não vela a pena só ver. Tem que ter em casa!

E vem aí "O Hobbit"...

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Bom, falei que eu ia citar mais alguma coisa, não é? Ficaram fora da lista mas foram filmes que também marcaram: Brilho eterno de uma mente sem lembrança, V de Vingança, Watchmen (fantástico!), O Último Samurai, A vida é bela (lindo!), A queda, a trilogia Piratas do Caribe (sim, eu gostei, é divertido!), Johnny e June, Diários de motocicleta, Tropa de elite, Cidade de deus... e mais alguma coisa que eu não me lembro agora...

É isso...

ps.: ainda não consegui ver Inglorious Bastards, ok?


E eu já ia me esquecendo: UM FELIZ 2010 PRÁ TODO MUNDO!!!!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

De todos os esportes que pratiquei...

Hoje eu acordei com vontade de contar prá vocês todos os esportes que eu um dia pratiquei, ou tentei praticar. É uma lista praticamente definitiva, e com certeza eu vou esquecer de algum (mais por vergonha ou vexame) ou omitir esportes que eu tentei praticar, ou que foi praticado apenas uma ou duas vezes.

Sem mais delongas, vamos aos fatos!

1 - Judô:

Judô quer dizer "caminho suave". Só que prá minha pessoa o caminho não foi nem um pouco suave. Explico: eu pratiquei dos 9 aos 12 anos, e eu tinha o tamanho e o peso de um moleque de 14, 15 anos na época. E, é claro, quem vocês acham que meu sensei colocava de sparring prá molecada mais velha (e mais graduada?)?


Eu posso ser representado pelo judoca de branco, ok?


Apanhei bastante, mas aprendi muita coisa. Auto-controle, por exemplo. Enquanto o povo só queria saber, na época, de karatê (certamente por causa do filme Karatê Kid) eu preferi o esporte que prima pela defesa. E acreditem, dá certo! Eu larguei porque cansei de apanhar. E nunca quis participar de qualquer campeonato, apesar dos protestos do mestre.

2 - Natação:

Nadar é bom bagaray! Mas não me dê obrigações, odeio ser cobrado por algo que eu tenho prazer em fazer. Por isso larguei a natação. O treinador queria que eu fizesse parte da equipe do clube, e eu tava preocupado apenas em fazer o bendito exercício!

Eu sei que participar da equipe ia me dar condições de nadar mais rápido, por causa dos métodos de treinamento e do equipamento que a equipe utilizava (foi por isso que o Cielo foi treinar lá nos E.U.A., pois equipamento e métodos de treinamento fazem diferença!), mas eu não tava a fim de competir. Mas gostei, pois é um esporte que te exige muito, sem causar impacto nas articulações.

3 - Vôlei:

Jogava prácaraleo, sério! (se tem uma certa amiga #alocka lendo isso agora ela tá pensando em comentar: "viadinhoooo!", mas dane-se!). Vôlei é esporte prá macho! Você por acaso teria coragem de parar na reta de uma bolada do Giba? Melhor: você teria coragem de jogar de líbero?

Claro que se você ficar olhando aqueles coroas jogando em Copacabana você vai achar o vôlei o esporte mais escroto do universo. Mas tenta jogar seguindo esquema tático, variando jogada e dividindo rede com uns cabôcos uns 20cm maiores que você...

Parei por causa dos joelhos. Sem mais.

4 - Basquete:

Comecei a jogar basquete quando fui aluno da finada escola profissional da RFFSA. Faltava um maluco prá fazer parte do time, e eu tinha uma certa "sorte" prá acertar a bola na cesta. Na verdade, eu até tinha fundamentos das aulas de educação física, mas nunca fui fã de jogar basquete. Mas sempre gostei de assistir na TV os jogos da NBA (principalmente na época do Magic Johnson, Michael Jordan & cia...

Hoje eu de vez em quando ainda me meto a jogar um "21"... e a sorte prá acertar a cesta continua comigo...

5 - Futebol:

Astro do esporte bretão, craque de bola, gênio da grande área, artilheiro mortal e campeão do mundo! Esse é o Romário. Eu era um perna-de-pau mesmo...

Prá vocês entenderem melhor minha relação com o esporte, leiam este texto. É auto-explicativo.

6 - Handball:

Goleiro. Fui obrigado a isso porque era o único gordo da turma. Nunca levei tanta bolada na vida. E ainda por cima tive que usar um pano-de-chão vermelho e preto ridículo no interclasse. E fiz o favor de desistir de levar bolada em alguns momentos da partida em prol do adversário que vestia verde, grená e branco. Abraços e vivam com essa derrota! Ou morram, não vão fazer falta...


Também curto jogar tênis de mesa, já corri de kart algumas vezes e aproveito o ensejo prá perguntar se xadrez pode ser considerado esporte. No mais, hoje em dia eu tô um craque em levantamento de garfo e copo...

E esqueci de falar da corrida, né? Mas já falei no post anterior, então tá valendo... e o resto eu fiz o favor de esquecer, para o meu próprio bem... =P

É isso...

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Dicas de corrida para sedentários mórbidos e preguiçosos

"A prática regular de atividade física sempre esteve ligada à imagem de pessoas saudáveis. Antigamente, existiam duas idéias que tentavam explicar a associação entre o exercício e a saúde: a primeira defendia que alguns indivíduos apresentavam uma predisposição genética à prática de exercício físico, já que possuíam boa saúde, vigor físico e disposição mental; a outra proposta dizia que a atividade física, na verdade, representava um estímulo ambiental responsável pela ausência de doenças, saúde mental e boa aptidão física. Hoje em dia sabe-se que os dois conceitos são importantes e se relacionam." [fonte]

Quando o padre maluco deixa, dá até prá correr uma maratona E GANHAR!

Eu podia acabar o post na citação, pois ela diz tudo. Mas eu queria deixar algumas dicas de como um cara sedentário, com sobrepeso, grande volume e flacidez abdominal e preguiça nível Extreme (ou seja, eu) pode sim começar a correr e emagrecer com saúde.

Mas antes farei duas considerações:

1 - Procure seu médico antes de começar a atividade física.

2 - Antes de voltar a correr (já fui praticante lá pelos meus 18 até os 21 anos) eu abusei de um recurso que eu tenho em casa. Prá quem não sabe, eu tenho que subir uma senhora escadaria prá chegar em casa, e aproveitei parte dessa escadaria prá iniciar a atividade física e sair da inércia. Nos últimos dias eu estava subindo cerca de 1200 degraus (não contando as descidas). Foi importante prá fortalecer os joelhos e os músculos das coxas. Mas você pode começar a correr sem fazer isso, basta seguir as regrinhas abaixo:

Faça um bom alongamento:

Prá quem é sedentário, é fundamental o alongamento antes do exercício. Previne lesões, cãimbras e toda sorte (ou seria azar?) de dores provenientes do exercício.

Faça um bom aquecimento:

"Ué? Alongamento não é aquecimento?" Não. Na dúvida, procure um profissional de educação física que ele te explica.

O aquecimento é o complemento do alongamento (eu entendo dessa forma). E como a gente vai aquecer prá correr? Andando. Estipule uma distância inicial ou um tempo e ande rápido. Só depois de percorrer essa distância (ou cumprir o tempo) comece a correr.

Respeite seu ritmo:

Você ficou parte da vida com o rabo sentado na frente de um computador, não vai querer sair que nem o Forrest Gump correndo enlouquecidamente. E também não adianta sair correndo rápido que nem o Usain Bolt. Acredite, você não chega ao final dos 100 metros... vivo!

Comece com uma velocidade (bem) moderada. O pessoal gosta de chamar de trote. É bom prá fortalecer a musculatura das pernas. No início você vai sentir um cansaço muscular que pode ser intenso e uma certa dor, mas em uma semana seu corpo já vai pedir prá você sair correndo quando você estiver caminhando no aquecimento.

Com o tempo de exercício, aumente a distância a percorrer (eu fiz isso após uma semana), não tente fazer o trajeto inicial em um tempo menor. No início você precisa fortalecer seus dois pilares fundamentais da corrida: a musculatura e a oxigenação do corpo. Precisa adquirir resistência, não velocidade.

E a distância a percorrer? Isso depende de cada um. Eu hoje estou correndo 2Km, comecei com 1Km. E semana que vem tentarei (veja bem: TENTAREI, pois vou respeitar meu corpo) 3Km.

Termine o exercício com uma boa caminhada:

A caminhada serve principalmente prá fazer circular o ácido lático no corpo, que costuma acumular nos músculos após as atividades físicas. E ele é o responsável (em parte) pelas dores que nós sentimos após o exercício.

Serve também prá dar uma desacelerada gradativa na frequência cardíaca e respiratória.


Considerações finais:

Não sou médico, portanto, nunca é demais lembrar novamente: PROCURE SEU MÉDICO antes de qualquer atividade física.

Procure pensar em algo bom enquanto faz o exercício. Pode pensar até em comida, desde que você não chegue em casa e coma um boi! É normal sentir uma fome esquisita no início, mas com o tempo você acostuma. Eu, prá evitar pensar em comida ou cerveja, coloco o MP3 prá rodar. Acreditem, ajuda muito.

Hidrate-se, e evite correr com o sol muito forte. Tem gente que prefere correr pela manhã, outros preferem o fim de tarde. Como eu tenho sido atacado por uma preguiça mortal logo pela manhã, eu chego do serviço, troco de roupa e parto pro crime contra as gorduras.

Bom, é isso. Experimente você também, vai te fazer bem...

E quando der eu mostro os "resultados"... =P

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

(des)Natal...

Já perceberam que muitos nem tem mais noção do real sentido do Natal?

A festa cristã é refém do consumismo. Aliás, mais uma, né mesmo? A Páscoa também é assim (TODA festa hoje já é refém do consumismo. Já era, fiéis, perderam a queda-de-braço!). Os comerciantes apenas fazem a parte que lhes cabe: vender. E contratam profissionais para garantir a melhor propaganda de seus produtos à venda e outros para sifuderem usando aquelas roupas de Papai Noel nas portas das lojas. E nós fazemos nosso papel de novilhas rumo ao abate: compramos.



Eu não sei vocês, mas eu tenho andado bastante pelas lojas. Procurando presentes pros pais, irmão, cunhada, afilhada... nunca fui de dar presentes, mas ando abrindo excessões no natal. E aí eu vou chegar onde eu queria, chamando atenção principalmente prá galera que teve infância / juventude na mesma época que eu: mais ou menos entre 1980 e 1995.

Vocês já repararam como a molecada de hoje tem OPÇÕES de brinquedos???

Na minha época nós tínhamos poucas opções: playmobils, comandos em ação (ou como o povo prefere, o nome original, G.I.Joe) e aqueles bonecos do He-Man... soldadinho de plástico ou de chumbo... atari... depois o nintendinho...

Hoje você chega na loja e vê ISSO:


O Scrat já é meio velho de guerra aqui em casa...


A molecada pira! Seria como se eu entrasse em uma loja, lá pelos idos dos anos 80 e na prateleira estivesse olhando prá gente um Yoda ou um E.T. de 25 centímetros, ou então uma miniatura em escala de um De Lorean ou de uma Millenium Falcon, um AT-AT (eu tinha uma réplica da Super Máquina, lembram dela?). Tô dando exemplo do Scrat porque eu vi o desenho d'A Era do Gelo, mas tem muito boneco maneiro de vários personagens de desenhos animados que a molecada curte hoje em dia.

Fala sério: dá prá ficar indiferente? E a qualidade dos brinquedos também melhorou... esse Scrat é de vinil. Isso mesmo, VINIL! Pode deixar cair que não quebra.

Eu ia levar meus pais à falência...

E videogame? Eu ficava horas ajudando uma bolinha amarela a comer pequenos retângulos brancos e correr de fantasmas coloridos. Os jogos de hoje? Impressionam pela perfeição dos gráficos.

Mas eu vejo a parte boa do "hoje em dia": eu posso comprar algumas dessas coisas, guardando um pouco aqui, outro tanto ali. Tá certo que minha mãe fica me zuando porque eu, com 30 anos, compro bonequinho de esquilo e montei um videogame no quarto. Mas querem saber? Tô nem aí!

Feliz vai ser meu filho, que vai fazer a festa porque o pai vai brincar junto...

E um dia eu conto prá vocês quantas vezes meu pai brincou comigo ou com meu irmão... será um post rápido, só umas 4 linhas... =/

Ps.: foi mal, tô com preguiça de escrever...


quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A morte dos jornais impressos

ATENÇÃO: Este texto foi escrito ANTES do acontecido com o blogueiro Antonio Arles [leia aqui ou aqui], mas como já estava pronto, resolvi publicar. Em outro texto eu emito minhas opiniões sobre este caso lastimável de censura do que teria que ser uma opinião livre.

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Muito já se fala na web sobre o fim dos jornais impressos. A ladainha sobre o assunto, se impressa, certamente ocuparia tiragens inteiras de grandes jornais brasileiros. Mas não sou eu, nem qualquer jornalista ressentido com algum editor idiota que decretamos o fim dos jornais impressos.

É você, caro usuário da internet.

Cada vez que um usuário de computador conectado à internet passa a consumir o que é oferecido pelos portais de informação (que são vários) ao invés de comprar um jornal impresso, morre um moleque entregador de jornal atropelado por um caminhão de lixo.

É fato que a informação impressa chega com atraso. Por mais que você tenha o hábito de folhear o jornal, mais cedo ou mais tarde você vai acessar um site com a informação que você precisa, vai perceber que esse site é mais "rápido" ao disponibilizar a informação, e vai desistir do jornal impresso.

Aconteceu comigo. Aconteceu com meu pai, que era leitor assíduo (pelo menos aos domingos) e hoje em dia não compra mais a informação atrasada. E pode acontecer com qualquer um.

Vamos fazer uma conta básica, pois dia desses eu não tinha nada prá fazer em uma rodoviária, apenas esperar um ônibus que só chegaria em 50 minutos. Comprei aquele diário esportivo, o Lance, prá passar o tempo. Paguei R$1,75. Se eu quero manter-me informado sobre esporte TODO DIA ao longo do mês, a conta é simples:


R$1,75 X 30 = R$52,50


Não estou colocando aí o valor diferenciado das edições de domingo. E não sei na cidade de vocês, mas esse valor é mais ou menos o que eu pago pela assinatura mensal da internet por aqui. Link de 200Kb. É pouco? É lento? É, mas eu me informo todo dia com esse link (inclusive, acesso o LanceNet todo dia), baixo músicas, séries...

Isso sem contar a quantidade de informação que você pode acessar sem sair de casa. Ia até colocar na frase anterior "de forma gratuita", mas prefiro não lidar com esse termo. Digamos que sem pagar provedor, você não tem acesso à web, ou seja: o valor que você gasta no link pode ser entendido como o valor pago pela informação. Ok, sabemos que a maioria das informações é disponibilizada de forma gratuita, apenas fiz esse observação prá evitar eventuais engraçadinhos que venham a questionar o valor pago pelo acesso à web.

Mas o assunto eram as informações. Voltemos a ele: hoje bons jornalistas tem blogs. Blogueiros podem informar de forma mais imparcial que muitas redações por aí. Mesmo assim nós temos espalhados pela web formadores de opinião que são parciais? Temos, mas você pode acessar um site direitista e 5 minutos depois um site esquerdista. Fica à sua vontade. A sua opinião dos fatos, depois de ler os dois lados, pode ser melhor, mais íntegra. Só depende da sua vontade em ler e fazer o seu juízo das informações, ou até mesmo discuti-las com amigos, ou nos próprios espaços das notícias que são liberados para os comentários.

E a melhor coisa é ler um jornalista livre dos grilhões editoriais! Ele é o editor. Os blogueiros também são editores do próprio conteúdo. Com o Twitter [por exemplo] você pode seguir pessoas que espalham informações relevantes durante o dia. O acesso à informação é livre, você pode acessar a edição online de um jornal turco, árabe, japonês, canadense (claro, edições traduzidas, mas vocês entenderam onde eu quero chegar).

É fato também que o jornal impresso ainda tem seu espaço. Mas essa turma que hoje tem seus 15 anos e que já consome informação, quer rapidez e atualizações e já busca isso na web, quando chegar aos 30 e necessitar de informação rápida e confiável vai procurar onde? Vai comprar jornal e sentar no banco da praça prá ler?

Sim, a minha opinião é que em 5 anos (estou sendo bonzinho) os jornais acabarão.

Ou então alguma tempestade solar em 2012 fritará todos os aparelhos eletrônicos e a Terra ficará nas trevas da informação, até que alguns garotos passarão por nossas ruas montados em bicicletas com as cestas cheias de jornais...

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Que Time é Teu #07

Terminou a temporada do futebol brasileiro em 2009, e nós provavelmente gravamos o último programa do ano, cheio de problemas técnicos, palavrões e xingamentos.

Nessa edição, a sétima (conseguimos chegar longe!) eu e #alocka, a ruiva carioca com sotaque gaúcho, falamos, claro, da final da Sulamiranda e dos jogos finais do Brasileiro, além do prognóstico sombrio feito por ela, Jenny Taylor, para o Botafogo em 2010.

Desanimador.

Mas se você tá doido prá ouvir, já conhece o esquema, né? Clica aqui, ou na imagem abaixo.


Agora deixa só eu fazer algumas observações antes de fechar o post:

- Eu ia atualizar o blog nesses dias, mas não o fiz pelo seguinte: nós íamos gravar um programa na quinta-feira passada, dia 03, e outro ontem, fechando a temporada. Não rolou na quinta (além de não ter dado mesmo, se nós tivéssemos condições de gravar eu estaria sem voz), mas gravamos este que aqui está;

- Prometemos na gravação e vamos sim fazer um programa "surpresa" nessa entressafra futebolística tupiniquim, mas nesse programa além de falarmos de futebol vamos falar de outras coisas. Fiquem de olho.

- NENSE!!!


É isso.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

É por isso que eu canto...

"E ae, tem coragem de ir no Maracanã?"

Essa foi a pergunta que pelo menos umas 4 pessoas me fizeram ontem. Respondi que o ingresso já estava comprado. E que foi comprado DEPOIS do primeiro jogo da final. Fui chamado de maluco por 3 pessoas, e a quarta deu aquele sorrisinho babaca de canto de boca. Pobres coitados, não tem noção do que é SER tricolor.

Eles não sabem que eu NÃO vou lá para ver a LDU provavelmente levantar a taça de campeã da Sulamericana. Vou lá para cantar, pular, festejar o clube pelo qual eu torço desde quando eu me entendo por gente. As 3 cores que traduzem tradição. Um time que luta há semanas no limite físico e merece meu aplauso por honrar a camisa que eu amo.

Um time que não deve nada a féladapôta nenhum neste fim de ano. Não falo de salários, pois teria que entrar no mérito (ou melhor, na FALTA de mérito) da diretoria, e não quero falar dela. Falo que o time não deve nada em matéria de bola. Raça. Vontade de vencer. Teve uma noite ruim há uma semana atrás, mas isso acontece. Quantos dias ruins você já teve na vida? Então...

Apenas não se esqueçam: nada é impossível, ainda mais no futebol. E depois que o soprador de apito findar a peleja, ele pode até ter sido o principal responsável pelo resultado, mas nem ele muda o próprio erro. Não adianta chorar e dizer que ele roubou. Acabou e pronto.

E uma outra coisa: cuidado, LDU, pois o Fluminense tem 99% de chances de NÃO ser campeão da Sulamericana...


É por isso que eu canto, que eu visto esse manto, orgulho de ser tricolor...

Na boa? Se perder o título ou o jogo eu não vou deixar de ser mais tricolor por isso. Mas se for campeão...


Ps.: Desejem sorte prá minha garganta. Só prá ela, pois a torcida já pegou no colo o time do Fluminense, como um irmão mais velho que cuida do irmão mais novo...

Ps2.: Não vou aprovar os comentários que porventura venham diminuir o Fluminense. Estão avisados. E sim, isso aqui é uma democracia, mas quem manda sou eu.

Ps3.: (roda blu-ray!) O texto foi programado para ser publicado às 06X01... ops... às 06:01. Sim, depois não digam que eu não avisei...

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

#olha_a_dica


É hoje... e o espaço dos comentários está aí prá isso mesmo, fiquem à vontade... =P